domingo, 30 de setembro de 2012

BAIRRO DA GURILANDIA

Total descaso com a população , observe as fotos , próximo de uma Creche um corrégo fétido, com entulhos , falta rotatória na Avenida Osvaldo Barbosa Quizard , onde fica dificil para atravessar, tem acidentes constantes, fica em frente do supermercado "MERCAZÃO", .
Reivindicam área de lazer próximo da Creche, e varias outras melhorias que se faz necessário.















quinta-feira, 27 de setembro de 2012


O Primeiro Mandamento   - 
-  EU SOU O SENHOR TEU DEUS. NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM 
-  O Segundo Mandamento   - 
-  NÃO PRONUNCIARÁS O NOME DE DEUS EM VÃO  - 
O Terceiro Mandamento   - 
-  LEMBRA-TE DE SANTIFICAR AS FESTAS  -
-  O Quarto Mandamento   - 
-  HONRAR TEU PAI E TUA MÃE  -
  O Quinto Mandamento   - 
-  NÃO MATARÁS  -
-  O Sexto Mandamento   - 
-  NÃO COMETERÁS ADULTÉRIO  -
-  O Sétimo Mandamento   - 
-  NÃO ROUBARÁS  -
-  O Oitavo Mandamento   - 
-  NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO  -
-  O Nono Mandamento   - 
-  NÃO COBIÇARÁS  A MULHER DO TEU PRÓXIMO  -
-  O Decimo Mandamento   - 
-  NÃO COBIÇAR  AS COISAS ALHEIAS  - 

MANTER COTISTAS NAS UNIVERSIDADES


Governo terá programa para manter cotistas nas universidades

Estudantes com dificuldade de deslocamento ou falta de recursos poderão ser beneficiados com bolsas e auxílios especiais

Agência Brasil 
O Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) preparam um pacote de medidas para assegurar a permanência de estudantes cotistas que ingressem nas universidades públicas e institutos federais, conforme a Lei de Cotas Sociais (12.711/2012) que destina 50% das vagas para estudantes oriundos de escolas públicas . 
Os estudantes cotistas, com dificuldades de permanecer na universidade (por necessidade de trabalhar, dificuldade de deslocamento ou falta de recursos para comprar livros e instrumentos para fazer o curso) poderão ser beneficiados com o pagamento de bolsas e auxílios especiais. Os valores ainda não foram estabelecidos.
Além disso, o governo quer que as comunidades acadêmicas das universidades e dos institutos (que terão quatro anos para implantar progressivamente o percentual de reserva de vagas) estejam preparadas para receber os cotistas. De acordo com a lei, cada instituição deverá preencher as cotas com autodeclarados pretos, pardos e indígenas na mesma proporção populacional de cada estado.
Para o caso dos estudantes negros, uma ideia é criar centros de convivência negra (como o implantado na Universidade de Brasília (UnB), uma das primeiras a ter sistema de cotas no país). “Nós estamos trabalhando junto com o Ministério da Educação num grande programa que vai facilitar a permanência do estudante, não só a partir de auxílio permanência, mas também de adaptar a universidade para esse público”, destaca o secretário executivo da Seppir, Mário Lisboa Theodoro.

Projeto semelhante: Alunos da Universidade da Fronteira Sul recebem bolsas
O cálculo do governo é que o número de alunos negros cotistas suba dos atuais 8,7 mil para 56 mil estudantes daqui a quatro anos. O crescimento terá grande efeito social, espera o governo. “Se é pela escolaridade que se abrem as portas do emprego, as desigualdades tendem a ser minoradas”, pondera a coordenadora-geral para Educação de Relações Étnica-Raciais do MEC, Ilma Fátima de Jesus.
Mário Theodoro espera, além do impacto social, um efeito “simbólico”. “Teremos profissionais negros de nível superior, gabaritados e em quantidade que não temos hoje. Vamos ter uma elite intelectual mais com a cara de todo o povo”, salientou.
Segundo o secretário, o governo também vai monitorar o desempenho acadêmico e o ingresso no mercado de trabalho dos cotistas formados. “Estamos verificando em alguns momentos e em situações pontuais estigmas com relação aos cotistas, o que é um absurdo. Nós vamos monitorar para saber se há algum problema no mercado de trabalho”, informou

COTAS RACIAIS



Conselho Universitário da USP decide aprofundar discussão sobre cotas raciais

Membros do conselho decidiram promover debates sobre o tema em todas as unidades de ensino da universidade e um “grande seminário” com toda a comunidade universitária



O Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP) decidiu nesta terça-feira (25) que irá aprofundar as discussões sobre a adoção de cotas raciais no ingresso de alunos a universidade. Houve acordo entre os membros do conselho em promover debates sobre o tema em todas as unidades de ensino da USP e um “grande seminário” com toda a comunidade universitária.
Agência Brasil
Grupo de alunos da Universidade de São Paulo realiza ato a favor do sistema de cotas em frente à reitoria

“Dentre as sugestões apresentadas pelos conselheiros e pelos convidados presentes à reunião, houve consenso quanto à promoção de amplo debate sobre inclusão social na USP nos órgãos centrais e nas unidades de ensino e pesquisa. Bem como, a realização de um grande seminário, em que a questão da inclusão social será discutida com maior profundidade e detalhamento com a comunidade universitária”, informou, em nota, a reitoria.
De acordo com o professor Luís Carlos dos Santos, ex-coordenador do Núcleo de Consciência Negra da USP, que participou da reunião do conselho, será feita uma consulta a todos os núcleos de pesquisa da universidade e a formulação de uma documentação para balizar o debate. “É importante que a universidade assuma o papel de vanguarda que teve em algum momento, parou em outros, e agora parece querer retomá-lo. A gente tomou consciência que o debate precisa ser travado com muita profundidade na universidade, que tem pouquíssimo conhecimento do que está acontecendo”, disse.
Para o diretor do Instituto de Química de São Carlos, Albérico Borges Ferreira da Silva, a reunião representou um avanço no debate sobre a adoção de cotas raciais na USP. “Foi a segunda reunião quando se discute a questão de cotas, e houve um avanço. A primeira foi só uma introdução, uma colocação em pauta. Hoje, trouxeram basicamente propostas, ouviu-se os dois lados. Pelo menos, o Conselho Universitário pôde ouvir de ambas as partes as posições. Ficou estabelecido que a reitoria vai formar uma comissão, que irá definir o andamento dos trabalhos”, declarou.
Adrian Fuentes, que comanda o Diretório Central dos Estudantes (DCE), participou da reunião e disse que o encontro serviu, ao menos, para colocar o assunto em debate entre os diretores. Segundo ele, pela primeira vez, a discussão sobre cotas não ficou restrita ao movimento estudantil e aos movimentos sociais.
“Foi um debate que foi incorporado por alguns dos diretores de unidades, não só pelo movimento estudantil e pelos movimentos sociais. Significa que a gente não está tão isolado. Foram aprovados alguns seminários e debates dentro da universidade, mas não de uma maneira clara e ampla como a gente gostaria”, disse.

E O PRECONCEITO CONTINUA EM PLENO SÉCULO XXI


LENDO O TEXTO DA PARA PERCEBER O PRECONCEITO ENRAIZADO NA MENTALIDADE DE ALGUNS  e ao mesmo tempo a descrepância entre uns e outros, um advém de escola publica o outro escola particular , obviamente que o preparo são diferenciados, nota independe da cor da pele mas sim da formação intelectual de cada individuo. Basta dar as mesmas oportunidades a ambos e a competição seria de igual para igual.  

(OPINIÃO PARTICULAR DO LEITOR COM CONHECIMENTO DE CAUSA )

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Notas de alunos brancos no Enem são mais altas que dos negros

Dados do exame de 2010 nas capitais do País também confirmam distância entre as médias de estudantes de colégios particulares e de escolas públicas

Agência Estado 
Os números mostram que as notas tiradas pelos alunos brancos de escolas particulares no exame são, em média, 21% superiores às dos negros da rede pública – acima da diferença de 17% entre as notas gerais, independentemente da cor da pele, dos estudantes da rede privada e os da rede pública. O levantamento também aponta distorções entre os Estados. De acordo com especialistas, esse cenário é o reflexo da desigualdade social e também da diferença dos níveis de qualidade das redes estaduais.

Na USP: Programa de inclusão não beneficia negros e pobres
Por sua vez, a nota média de negros que estudam em escola privada é 15% superior às dos negros da rede pública – próxima dos 17% entre todos os estudantes da rede particular e da rede pública. Embora em menor dimensão, a variação de desempenho entre negros e brancos dentro da escola pública também é desvantajosa para o primeiro grupo. Na média, os brancos têm médias 3% maiores que os negros. O fato de os negros terem rendimento menor do que os brancos, mesmo dentro da rede pública, tem explicações econômicas e pedagógicas, segundo a diretora do Todos Pela Educação, Priscila Cruz.
Na questão econômica, segundo ela, a explicação é que "entre os pobres, os negros são os mais pobres". O lado pedagógico refletiria a baixa expectativa. "Em uma sala de aula, se uma criança negra começa a apresentar dificuldade, a professora desiste de ensiná-la muito mais rapidamente do que desistiria de um estudante branco."
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Negros Famosos do Brasil


Anexo:Lista de afro-brasileiros

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Esta é uma lista incompleta de afro-brasileiros famosos, contendo nomes de pessoas com ascendência da África subsaariana nascidas ou radicadas no Brasil.

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Gilberto Gil

Vanessa da Mata
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